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Crise do SUS e desafios atuais: debate do Núcleo Regional Marília da APSP

01 jul
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Ontem aconteceu em Marília debate realizado pelo Núcleo Regional de Marília da APSP. O evento “A crise do SUS: desafios atuais” contou com as participações de Marília Louvison, presidente da APSP, e Fernando Monti, diretor do Conasems, com mediação de Márcio Pereira.
Marília Louvison expressou a alegria de participar do encontro realizado pelo Núcleo, em momento tão difícil que vivemos.
“Foi emocionante estar com sanitaristas históricos de Marília como Cecília Delatorre e Gilson Caleman, gestores trabalhadores, docentes, alunos e cidadãos de Marília e vários municípios da região debatendo respeitosamente seus diferentes pontos de vista, alinhados em defesa do SUS. Região que faz parte de minha história e que sei como valoriza a possibilidade de um debate como esse. Núcleo forte, com ‘cara’ de APSP, gostoso e acolhedor e ao mesmo tempo com densidade e intensidade política sob a liderança do Márcio, agregador, que traz do movimento estudantil médico e de sua luta em defesa do SUS energia pra essa caminhada, fundamental nesse momento tão difícil deste país e de nossa democracia. Parabéns! Muitos Parabéns a todos! Foi ótimo estar com vocês. Obrigada pela oportunidade”, disse.

Marcha em defesa da saúde e da educação em Ribeirão Preto

27 jun
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Na sexta 24, aconteceu em Ribeirão Preto a Marcha em Defesa da Saúde e da Educação, com apoio do Núcleo Regional Ribeirão Preto da APSP.

Livro: IdentidadeS para o sanitarista

27 jun
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No dia 21, na FSP USP, aconteceu o lançamento do livro “Uma ou várias? IdentidadeS para o sanitarista”, de Allan Gomes de Lorena (sanitarista em formação da graduação em Saúde Publica na FSP USP e diretor de comunicação da APSP) e Marco Akerman (professor titular da FSP USP e ex-presidente da APSP).
O livro trata da formação de sanitaristas para o SUS no contexto da graduação, especialmente do curso de Saúde Pública da USP.

Lançamento do livro: Uma ou várias? IdentidadeS para o sanitarista

21 jun
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Hoje, dia 21, às 18h, acontece o lançamento do livro “Uma ou várias? IdentidadeS para o sanitarista”, de Allan Gomes de Lorena e Marco Akerman.

O evento acontece no auditório Paula Souza da Faculdade de Saúde Pública da USP (Av. Dr. Arnaldo, 715, metrô Clínicas).

Participe!

Mais informações aqui.

livro IdentidadeS na FSP

BARte-papo 2016: médicas cubanas na APSP

20 jun
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Em 2016, a APSP resgatou antiga tradição, o BARte-papo. O evento teve início na sede da APSP nos anos 90 e trouxe figuras importantes da saúde pública para uma conversa informal, com clima de bar e música.

Em maio, a nova versão do BARte-papo reuniu Pedro Dimitrov e Oswaldo Doninni, pioneiros na criação do evento que bateram um animado papo com Allan Gomes de Lorena. Na ocasião, o tema da discussão foi “Os desafios de ser sanitarista e atuar na saúde pública, hoje”.

Na sexta-feira passada, o tema do encontro foi “Conversando com médicas cubanas”, que contou com a presença de Diana López e Yamilla Antonio, participantes do Programa Mais Médicos. A sede da APSP foi toda decorada com temas juninos, e os presentes puderam degustar delícias juninas e também bebida cubana tradicional, o mojito.

As médicas falaram sobre as experiências em Cuba e em outros países onde cumpriram missão, Venezuela e Guiana Inglesa. “O que mais me chamou a atenção foi a comparação que elas fizeram do trabalho no Brasil e nestes outros países. Lá, elas não encontraram políticas muito estruturadas, mas sentiram maior autonomia para o desenvolvimento de seu trabalho. Elas se queixaram muito da influência do ‘gerencialismo’, o que influencia na autonomia e se sentiram muito presas à Atenção Básica, ao contrário dos outros países, onde circulavam também na atenção secundária e terciária”, explica Marco Akerman.

O BARte-papo, bastante animado, volta em agosto.

Participe!

Marcha pela Saúde e Educação em Ribeirão Preto

16 jun
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Na próxima sexta, 24, acontece em Ribeirão Preto a Marcha pela Saúde e Educação, com apoio do Núcleo Regional Ribeirão Preto da APSP. A Marcha terá início às 17 horas em frente ao Teatro Pedro II.

Mais informações aqui.

 

BARte-papo junino da APSP

13 jun
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Bartepapo junino

Venha bater papo conosco!

Mais no evento no Facebook.

Nota de pesar – Fábio Belloni

12 jun
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A APSP lamenta e presta solidariedade aos familiares e amigos de Fábio Belloni, por ocasião de seu falecimento hoje, na Argentina.
Psicólogo, professor universitário, militante da saúde mental e da luta antimanicomial, Fábio Belloni era membro fundador e idealizador da Frente Estadual Antimanicomial de São Paulo, também membro do Movimento Nacional de Direitos Humanos, da Frente Estadual de Drogas e Direitos Humanos, da Associação Brasileira de Saúde Mental (Abrasme) e do Cuidar da Profissão.
Fábio Belloni fará muita falta na luta por um mundo mais justo e igualitário. A Saúde Mental perde um grande militante, que estava em Buenos Aires para o VI Congresso da União Latino-americana de entidades de psicologia. Nas fotos, Belloni durante o 14º Congresso Paulista de Saúde Pública, que aconteceu em setembro de 2015, em São Carlos.

Fábio Belloni 1 Fábio Belloni 2

Copiar ideias antigas não salvará o SUS

09 jun
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OPINIÃO

Artigo de Mário Scheffer na Folha de hoje.

Copiar ideias antigas não salvará o SUS

O governo interino de Michel Temer não apresentou sequer uma ideia nova para reverter a ruína do Sistema Único de Saúde (SUS), acelerada nos últimos anos pelo baixíssimo financiamento público.

No capítulo sobre saúde do documento Travessia Social, divulgado em abril pelo PMDB, o que se lê são platitudes de segunda mão. Cópia da plataforma eleitoral de 2014 do então candidato a presidente Aécio Neves, apresenta o SUS como “uma das grandes políticas de inclusão social”.

Promete, entre outros pontos, expandir para toda a população a estratégia saúde da família, instituir o cartão de saúde, ampliar leitos de UTI e redes de urgência, melhorar a gestão e cobrar desempenho de prestadores hospitalares.

Ao cardápio requentado, mas que exigiria muito dinheiro para ser servido, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, acrescentou suas “prioridades”, como combater o Aedes aegypti, inaugurar unidades de pronto atendimento e capacitar pessoal da saúde.

Tratou também de adular aliados, falou em agilizar a liberação de medicamentos -como exige a indústria farmacêutica-, abrandar o controle sobre os planos de saúde -que obtiveram em maio o maior reajuste dos últimos 15 anos- e manter o programa Mais Médicos, porém com mais brasileiros e menos cubanos.

De resto, o governo interino copia e cola do PSDB um tripé nada original, o mesmo que embalou as gestões do PT na saúde: subfinanciamento, privatização e programas fragmentados.

Em 2015, alteração na Constituição (emenda 86) retirou mais um naco do montante federal da saúde. A recessão corroeu impostos e contribuições que sustentam o setor e levou à maior utilização de serviços, pois foi para a fila do SUS a multidão que perdeu o plano de saúde junto com o emprego.

Agora a possível limitação dos gastos obrigatórios dos governos com saúde poderá aprofundar a crise sanitária instalada e levar ao colapso serviços que já diminuíram equipes, consultas, internações e até atendimentos de urgência.

Decidido a minguar o custeio do SUS, o governo interino vê solução nas parcerias público-privadas e no maior consumo de planos de saúde.

O que mais poderá ser entregue ao setor privado? Com Dilma Rousseff, houve abertura da rede assistencial privada ao capital estrangeiro, hospitais privados cinco estrelas (ditos “filantrópicos”) se esbaldaram em renúncias fiscais, o BNDES concedeu empréstimos generosos ao setor, planos de saúde ganharam novas desonerações e assumiram o controle da Agência Nacional de Saúde Suplementar.

A escalada do número de ações judiciais contra planos privados, por exclusões de coberturas e reajustes abusivos de mensalidades, e a perda de mais de 1 milhão de clientes, só em 2015, demonstram que não é o SUS que deve diminuir seu tamanho, como bradou o ministro, mas é o mercado suplementar que segue anabolizado, sem entregar aquilo que vende.

Já a gestão privada dos serviços, que inovação mais antiga seria essa? As organizações sociais e similares estão aí há 20 anos e não há evidências de melhorias no uso do dinheiro escasso ou no atendimento.

A salvação do SUS não virá dos empresários da saúde, que se manterão em nichos, na venda de leitos, atos médicos, exames e procedimentos rentáveis. Por certo se assanharão por mais subsídios e acesso a fundos públicos, tendo o Estado como fiador de seus negócios.

No entanto, nunca irão apostar suas fichas em redes universais, na atenção primária, no cuidado aos idosos, na saúde mental, no tratamento da Aids, no controle de epidemias… O SUS para todos e de qualidade, conforme quer e tem direito o povo brasileiro, não irá sobreviver com um simples comando “Crtl+C, Crtl+V” de ideias do passado.

MÁRIO SCHEFFER, 49, é professor do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP

APSP no Congresso do Conasems

02 jun
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Marco Akerman participa da mesa que debate “Diferenças, Igualdades e Vulnerabilidades” durante o XXXII Congresso do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), que acontece até o dia 4 em Fortaleza, Ceará.

Foto: Cosems/SP

Foto: Cosems/SP

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