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Pesquisa revela que saúde pública é a principal preocupação dos eleitores

05 ago
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Fonte: Abrasco

A pesquisa foi apresentada em reportagem que ouviu os abrasquianos Mário Scheffer (professor de medicina preventiva da USP) e Gonzalo Vecina (professor da Faculdade de Saúde Pública da USP)

Segundo uma pesquisa do Instituto Datafolha com 2.126 pessoas em 134 municípios, realizada dos dias 6 a 10 de junho, a principal preocupação dos eleitores é com a saúde pública. Os números foram mostrados na edição do Jornal Nacional desta segunda-feira, 4 de agosto de 2014, numa reportagem de Tonico Ferreira. Confira o texto da matéria:

No Sudeste, 28% da população diz que o problema que mais afeta a vida é a saúde, 31% no Norte e Centro-Oeste, 35% no Nordeste e 38% no Sul. Os mais velhos são os mais preocupados: 44% entre os que têm 60 anos ou mais. Na população de menor renda, 38% veem a saúde como o principal problema contra 20% entre os que ganham mais.

No início dos anos 90, a expectativa de vida era de 66,9 anos. Hoje passa de 74. A vitória da longevidade, a perspectiva de viver mais, no entanto, nos trouxe um novo problema. O perfil das enfermidades que mais afligem os brasileiros mudou. São as doenças crônicas mais comuns em idosos e o tratamento especializado para elas é o maior gargalo do sistema de saúde
“Diminuímos a importância de morrer de doenças infectocontagiosas e começamos a morrer de doenças crônico-degenerativas como hipertensão e diabetes, e isto muda o padrão assistencial”, comenta Gonzalo Vecina, professor da Faculdade de Saúde Pública da USP.

As doenças infecciosas no Brasil tiveram grande queda. Em 1990, por exemplo, foram confirmados 61.435 casos de sarampo no Brasil. Em 2011, apenas 43. No mesmo período cresceram as doenças crônicas. A taxa de mortalidade por diabetes saltou de 12,8 por cem mil habitantes para 30,1 e a do câncer passou de 56,1 para 94,4 mortes por cem mil habitantes em 2011.

O Brasil mudou, as doenças principais são outras, mas a estrutura do atendimento, segundo Mário Scheffer, professor de medicina preventiva da USP, não acompanhou a nova realidade: “Nem o sistema público e muito menos os planos de saúde estão adequados para atender essa população cada vez maior de idosos. Cerca de 70% dos leitos hospitalares, da capacidade instalada de hospitais, é do setor privado. O SUS não tem serviços próprios suficientes para atender essa demanda”, afirma Scheffer.
O gasto per capita com ações e serviços públicos de saúde aumentou 340% de 2000 a 2012. Ele representa 4,2% do PIB, mais que o vizinho Chile, com 3,5%, país que não tem um SUS, um sistema gratuito para todos. Mas quando a comparação é com países que têm sistemas parecidos com o brasileiro, vemos que o nosso gasto ainda é pequeno. Na Espanha é 7,1% e no Reino Unido, 8% do PIB. Nossos hospitais mal conseguem atender as emergências. Em Joinville, Santa Catarina, só na área de ortopedia há 24 mil pacientes esperando por uma consulta e 3.700 estão na fila de cirurgia.

O maior hospital da cidade, o São José, que é municipal, tinha 25 leitos de ortopedia em 2007 e, em 7 anos, ganhou só mais três. Em Santa Rita, na Paraíba, nós vamos mostrar o funcionamento de um programa nacional criado em 1994, vinte anos atrás, exatamente para mudar esse modelo de saúde em crise, muito concentrado em atendimento de emergência em hospitais. É o programa Saúde da Família.
A estratégia do programa é melhorar a qualidade de vida e prevenir doenças. Mais de 200 mil agentes comunitários de saúde fazem o acompanhamento rotineiro das famílias que estão no programa – 58% da população brasileira. Trinta e cinco mil equipes médicas atendem nas Unidades Básicas de Saúde e, quando necessário, visitam pacientes, como José Marinho, que teve um derrame.
Já há estudos que comprovam a queda da taxa de mortalidade por doenças cardiovasculares nos municípios atendidos pelo Saúde da Família.
Doutor Edacyr faz parte do programa Mais Médicos, criado em julho de 2013 e que já contratou 14.400 profissionais, entre eles 11.400 cubanos. Ele acha que ainda tem muita coisa para ser feita: “Nós temos dificuldade na infraestrutura mínima para que o médico possa ter mais tranquilidade para trabalhar. Essa infraestrutura é uma equipe multiprofissional e também os exames complementares que às vezes são necessários ao diagnóstico e também ao tratamento do paciente posteriormente”, diz o médico.
Aqui começa um futuro de mais saúde e menos doença: no aleitamento materno. “É muito importante para eles o leite materno”, diz Marilene de Araújo Alves Monteiro. Em 1990 a mortalidade infantil da Paraíba, por exemplo, era de 81,9 por mil bebês nascidos vivos. Cerca do dobro da nacional, 47,1. Com a ajuda de bancos de leite, 21 anos depois o estado atingiu a taxa de 17,5 e se aproximou da média do país, que também caiu muito. Passou a ser de 15,3 por mil bebês nascidos vivos.
“Estudos comprovam que as pessoas que foram amamentadas com maior tempo de duração e com exclusividade maior vão adoecer menos. O envelhecimento vai ser menos prejudicial para principalmente com relação às doenças crônicas”, afirma a diretora do banco de leite Anita Cabral, Thaise Ribeiro.

FSP/USP Pós-graduação – Processo seletivo 2015

18 jul
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INSCRIÇÃO
Programas de Saúde Pública e de Nutrição em Saúde Pública
De 21/07/14 a 29/08/14, exclusivamente pela internet no site:
www.fuvest.br
Programa de Ambiente, Saúde e Sustentabilidade
De 28/07/14 a 12/09/14, pessoalmente na Secretaria do Programa.
Programa de Epidemiologia
De 01/09/14 a 31/10/14, pessoalmente na Secretaria do Programa, via
correio ou por correio eletrônico.
INFORMAÇÕES: Secretaria da Pós-Graduação
Av. Dr. Arnaldo, 715 – Térreo ▫ (11)3061-7790 ▫ posgrad@fsp.usp.br
www.fsp.usp.br

Mais aqui.

 

Instituto de Saúde da SES/SP fará concurso público para Pesquisador Científico

18 jul
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Alames prorroga recebimento de trabalhos para XIII Congresso de Medicina Social

08 jul
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Fonte: Cebes

XIII Congresso Latinoamericano de Medicina Social e Saúde Coletiva,
organizado pela Alames (Associação Latinoamericana de Medicina Social)
prorroga data limite ao recebimento de trabalhos para 15 de Julho de 2014.
O evento acontecerá de 22 a 26 de novembro de 2014, em São Salvador.

Construyendo alternativas para un nuevo modelo de desarrollo,
Estado y sociedad junto al saber y al poder popular

Ejes:

  1. Transformación del Estado, construcción y consolidación de políticas sociales antineoliberales
  2. Construcción del poder popular para profundizar la democracia
  3. Hacia modelos de desarrollo garantes de los derechos de la madre tierra, la vida y la salud

Seguem links abaixo para mais informações:

http://congreso.alames.org/

Convocatoria

Orientaciones metodológicas

Homenagem a Gílson Carvalho

04 jul
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Paula Carnevale*

O que dizer da partida precoce dessa pessoa tão querida, gente em essência, o médico pediatra sanitarista, como gostava de se apresentar, Gilson Carvalho? Tudo parece pouco, tanto ainda tinha a ensinar (e, como insistia, aprender) nessa vida.

Pediatra acolhedor, atento para as alegrias e angústias manifestas e insuspeitas, cuidou das pessoas em todas as suas dimensões. O orgulho de ser pediatra se manifesta na forma como assina seus emails, em especial as deliciosas domingueiras – às vezes informativas, quase sempre provocativas, tantas vezes poéticas, sempre inconfundíveis na escrita clara, direta, comprometida com a defesa do público, do comum, do SUS.

Que falta farão as domingueiras! Fico pensando como veio ao pediatra se somar o sanitarista: talvez o olhar um pouco além, combinado ao aguçado sentir, ao desejo de querer conhecer, embalado pela tensão criativa e transformadora dos anos de chumbo o tenham tomado pela mão e pelo coração.

Que sorte, ele se fez Sanitarista (Gilson, pode ser extinta essa carreira??!?). Nada mais coerente para um médico que acredita numa sociedade mais justa, tecida por laços de respeito e de amor. Em São José dos Campos, secretário de saúde, projetou e implementou a rede pública de saúde no final da década de 1970, e é a principal referência da cidade. Mas se isso diz muito para a cidade, diz pouco sobre ele: de lá partiu para percorrer o país, de tal forma que não é mais mineiro, nem joseense ou paulista: é cidadão brasileiro.

Especializou-se, como convém na nossa sociedade de saberes: mestrado, doutorado, títulos pelos quais as pessoas são usualmente reconhecidas. Mas Gilson, Gilsão, circula pela Academia como nos conselhos de saúde, nas reuniões de bairro e comunidades, nos encontros de gestores, ou entre trabalhadores: sempre o mesmo, próximo de seus interlocutores; gentil e combativo; delicado e firme em seus princípios e propósitos; generoso e justo, sempre ouvindo, ensinando, aprendendo.

E é daí que vem seu reconhecimento – não do saber distante, mas da imediata percepção de tantas outras virtudes: bondade, otimismo, atitude ponderada e respeitosa, coerência entre a fala e a vida, disposição para o enfrentamento (seja ele qual for), envolvimento, compromisso. Contrapõe ao saber protocolar a riqueza da vivência e ao pessimismo, a construção solidária. Sua vida pessoal e familiar espelha esses valores, infelizmente tão raros na sociedade contemporânea.

A partida de Maria Emilia, sua primeira, única companheira de toda a vida o entristeceu profundamente. Em meio ao pesar, encontrou em um novo projeto, o planejamento de um curso de medicina na faculdade comunitária de São José dos Campos, a possibilidade de concretizar antiga utopia: a formação de médicos como aquele que ele mesmo foi. Novos parceiros, novas ideias, novos emails madrugada afora, Gilson seguia incansável, seguro, feliz; uma invejável, juvenil disposição.

APSP lamenta perda de Gílson Carvalho

03 jul
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A APSP lamenta e presta solidariedade à família de Gílson Carvalho, bravo militante da Saúde Pública e incansável defensor do SUS, morto hoje de manhã em São José dos Campos.

O corpo está sendo velado na Câmara Municipal de São José dos Campos.

Foto: Cosems/SP

Gilson Carvalho01

Propostas do Movimento da Reforma Sanitária para debate nacional

02 jul
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Por um SUS de todos os brasileiros!

Propostas do Movimento da Reforma Sanitária para debate nacional

O Movimento da Reforma Sanitária Brasileira, integrado por várias entidades que atuam historicamente em defesa da saúde coletiva no Brasil, conclama a sociedade para a discussão e defesa das seguintes propostas:

1. Construir coletivamente um projeto nacional para o país, que promova a inclusão, que considere a saúde como direito humano fundamental e que reforce o papel do Estado na promoção de políticas e serviços públicos universais de qualidade.

2. Promover as reformas inadiáveis: Reforma do Sistema Político, com fortalecimento dos mecanismos de democracia participativa, controle social do processo eleitoral e financiamento público de campanhas; Reforma Tributária que recupere os princípios da justiça fiscal – equidade, capacidade contributiva e progressividade – e que considere a tributação como instrumento de diminuição das desigualdades sociais; e Revisão da Lei de Responsabilidade Fiscal com relação ao limite da despesa de pessoal com saúde.

3. Reafirmar o Sistema de Seguridade Social Brasileiro, com valorização do orçamento da seguridade e ampliação dos recursos destinados à saúde, o que requer a aprovação imediata do projeto de lei de iniciativa popular que destina 10% da receita corrente bruta à saúde e o fim da Desvinculação das Receitas da União (DRU) para o orçamento da Seguridade Social.

4. Extinguir os subsídios diretos ao setor privado e rever os gastos tributários e incentivos fiscais a planos de saúde, indústria farmacêutica e hospitais filantrópicos não-universais; efetivar o ressarcimento ao SUS, toda vez que clientes de planos de saúde forem atendidos na rede pública.

5. Responsabilizar os gestores federal, estaduais e municipais na efetivação da regionalização e das redes de atenção à saúde, reforçando a atenção primária resolutiva, garantindo o diálogo entre usuários, trabalhadores e gestores do SUS; integrar os serviços de saúde, diminuindo filas e tempos de espera e garantir a continuidade do cuidado.

6. Adotar irrestrito caráter público nos mecanismos de gestão e contratação de prestadores de serviços, superando as já fracassadas terceirizações e outras lógicas privatistas.

7. Adequar a formação em saúde às necessidades do SUS, tornando todos os serviços de saúde espaços de formação e educação permanente, e implantar carreiras públicas de base municipal, regional ou estadual, fortalecendo o trabalho em equipe multiprofissional.

8. Promover o desenvolvimento e a incorporação de tecnologias com base nas necessidades de saúde da população, além de uma política industrial nacional que contribua para a redução da dependência da importação e ampliação do acesso a medicamentos, equipamentos médicos, kits diagnósticos e insumos.

Junte-se a nós, por um Brasil mais igualitário e mais justo, por um sistema público de saúde com garantia de direitos a todos os brasileiros.

Vitória, 03 de junho de 2014

ABRASCO – Associação Brasileira de Saúde Coletiva

ABRES – Associação Brasileira de Economia em Saúde

AMPASA – Associação de Membros do Ministério Público em Defesa da Saúde

APSP – Associação Paulista de Saúde Pública

CEBES – Centro Brasileiro de Estudos de Saúde

IDISA- Instituto de Direito Sanitário Aplicado

REDE UNIDA – Associação Brasileira Rede Unida SBB – Sociedade Brasileira de Bioética

MANIFESTO APSP EM DEFESA DO DIREITO À SAÚDE

02 jul
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Aos que se candidatam a governar o nosso país!
À população, que pelo voto indica os governantes para que cumpram os compromissos assumidos!
Aos colegas sanitaristas, que lutam pelo direito à saúde por meio do trabalho árduo nos mais diferentes serviços e funções da gestão pública, nos mais diferentes âmbitos do ensino, pesquisa e formação!

As eleições se aproximam e crescem as manifestações populares no Brasil, tanto no campo como nas grandes metrópoles.
A perplexidade de todos frente a esta mobilização é grande.
O contexto social, político e econômico do país está convulsionado pela multiplicação infindável de movimentos, atos e manifestações reivindicatórias, protestos, desagravos e indignação.
Entretanto, essa aparente fragmentação apresenta um uníssono que é a reivindicação do cumprimento das agendas sociais de saúde, educação, moradia e transporte. Pela garantia do acesso a direitos básicos, através de políticas públicas eficazes, estáveis e permanentes.
A resposta dos governantes tem sido genericamente débil e frágil, senão ausente. Passado exatamente um ano das Jornadas de Junho, o governo parece responder muito mais ao receio de mobilizações inconvenientes à realização da Copa do Mundo do que à intenção real de ouvir os reclamos populares, e mesmo a iniciativa recente do governo em promulgar o decreto lei da participação social parece insuficiente para fazer frente com o estado atual de mobilização da sociedade brasileira.
As eleições repõem, nesse cenário, a urgência de colocar no topo da agenda o direito à saúde, e a necessidade premente de políticas de Estado que fortaleçam programas sociais de governo e plataformas de ação que sejam claras e viáveis.
Seguimos críticos e atentos. Não há partidos em disputa que não promulguem alguma afinidade com o SUS e com o direito universal à saúde. Entretanto, na prática política pós-eleitoral os governantes abandonam o promulgado, voltando-se a compromissos de grupos, segmentos, coalizões de interesse corporativo e particulares.
Na agenda pelo direito à saúde e acesso a serviços públicos suficientes e de qualidade, não é diferente. Ao endossar o documento pela Reforma Sanitária, em conjunto com tantas outras entidades e representações, a Associação Paulista de Saúde Pública apresenta a reivindicação de que se agende, tanto agora no debate eleitoral, como adiante, a discussão de seus pontos para a superação da crise que se abate sobre o setor, especialmente na manutenção e desenvolvimento do Sistema Único de Saúde.
Portanto, para nós, a pauta é o compromisso!
É preciso que nos alinhemos com as manifestações da população brasileira na defesa da agenda dos direitos sociais e pela emancipação cidadã em nosso País.
Para além de uma agenda de campanha eleitoral, queremos um projeto de governo!
Queremos estadistas que recuperem a conexão com a população brasileira, ouvindo-a e dialogando permanentemente, sem receios ou mediações, que lhe responda dignamente pelo voto de confiança recebido. Governantes conectados com o mundo real das difíceis condições de vida nas cidades, dos serviços de saúde precários, dos sistemas de transporte ultrapassados, da educação de má qualidade, da falta de moradia.
Não é possível que os reclamos da população por meio dos milhares de atos e manifestações diárias que ocorrem no país sejam desqualificados pela ausência de diálogo e atenção, pela falta de respostas efetivas.
Diretoria e Conselho Deliberativo da APSP

Ato democrático pela libertação de presos políticos: APSP participou

02 jul
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Fábio Hideki Harano foi preso em São Paulo, no dia 23/06/2014, após participar da manifestação “Se não tiver direitos, não vai ter Copa”. Voltando para casa ao final do ato, Hideki foi detido por agentes à paisana do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) e revistado na presença de várias pessoas. As testemunhas declararam não haver nenhum objeto ilegal em seus pertences naquele momento. Apesar disso, ele é acusado do crime inafiançável de portar um artefato explosivo. Atualmente, ele cumpre prisão preventiva na Penitenciária Dr. José Augusto César Salgado, localizada na cidade de Tremembé – SP, acusado por quatro artigos do Código Penal – entre eles associação criminosa – e um artigo do Estatuto do Desarmamento.

A APSP participou do ato na Praça Roosevelt hoje e apóia o movimento pela libertação de Hideki, trabalhador do Centro de Saúde Escola da Faculdade de Medicina da USP.

Fábio Hideki

Ato democrático pela libertação dos presos políticos hoje às 18h

01 jul
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Hoje, às 18h, na Praça Roosevelt.

Fábio Hideki e Rafael Marques ainda estão presos com base em flagrantes forjados e acusações falsas. Na verdade, cometeram apenas o grave crime de protestar democraticamente contra a vontade dos governos. Organizamos este ato-debate democrático, amplo, com a presença de intelectuais e coletivos, para exigir: LIBERDADE JÁ!

Este ato não será uma passeata, mas uma plenária ampla para arregimentar apoio à luta contra as prisões políticas (luta que exigirá ainda novas ações nos próximos dias).

https://www.facebook.com/events/541257009330908/?ref_newsfeed_story_type=regular

 

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