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Notícias

Direito ao aborto em casos de microcefalia: íntegra do debate

15 mar
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Veja na íntegra o debate “Direito ao ao aborto em casos de microcefalia”, realizado pela Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares na semana passada. Marília Louvison, presidente da APSP, foi uma das participantes.

 

30 anos da 8ª Conferência Nacional de Saúde: FMUSP realiza evento

15 mar
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Em 2016, comemoramos 30 anos da realização da 8ª Conferência Nacional de Saúde, um marco na história do país, na garantia da saúde como direito dos cidadãos. O evento “30 anos da Oitava Conferência Nacional de Saúde: onde estamos, para onde vamos?” é uma roda de conversa que contará com convidados que estiveram presentes na 8ª Conferência. Carlos Botazzo, conselheiro da APSP, é um dos participantes. O evento acontece no dia 30 de março, quarta-feira, às 19 horas, na Faculdade de Medicina da USP. Participe!

8ª Conferência

Direito ao aborto em caso de microcefalia é tema de debate

10 mar
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Marília Louvison, presidente da APSP, participou ontem de debate realizado pela Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares. O tema foi Direito ao aborto em caso de microcefalia. Para Marília, a realização do debate é importante para que se possa discutir sob o olhar do direito à saúde e do direito da mulher. “Precisamos discutir a questão da autonomia da mulher e do aborto como problema de saúde pública. O debate tratou de importantes temas, além do principal, como formação dos médicos, fragmentação e mercantilização do SUS, entre outros. Precisamos de políticas sociais e de saúde responsáveis e acolhedoras”, disse.

Marília debate aborto microcefalia 1 Marília debate aborto microcefalia 2

 

Debate: direito ao aborto em casos de microcefalia

08 mar
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Marília Louvison, presidente da APSP, participa de debate amanhã, às 19 horas. Participe!

direito ao aborto microcefalia

Dia Internacional da Mulher na FSP USP: “Curta depois do almoço”

08 mar
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Fonte: FSP USP

O Departamenot de Saúde Materno Infantil da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP convida alunos, professores e funcionários para uma série de eventos que serão realizadas para marcar o Dia Internacional da Mulher – 08 de março.

Uma das propostas é fazer uma série de pequenos encontros, denominados “Curta depois do almoço”, uma vez por semana durante o mês de março, na hora do almoço, para que um máximo de alunos, professores e funcionários possam participar dos debates.

Programação: 

EVENTO: CURTA DEPOIS DO ALMOÇO
HORÁRIO: 12:30 ÀS 14:00
LOCAL: FSP/USP – Av. Dr. Arnaldo, 715 – Prédio Central – Sala José Maria Gomes.
  • DATA: 08/03/2016
    TEMA: Violência contra as mulheres: como superar o silêncio dos homens?
    Moderador:
    Prof. Ivan França Junior
    * O evento desta data é dedicado exclusivamente aos homens.

  • DATA: 15/03/2016
    TEMA: Por que devemos ser todos feministas?
    Moderadoras:
    Profa. Dra. Cristiane S. Cabral e Profa. Dra. Simone Diniz – HSM/FSP/USP
  • DATA: 22/03/2016
    TEMA: Aborto no Brasil: apenas mais um catalizador das disparidades sociais

    Moderadoras: Profa. Dra. Cristiane S. Cabral e Profa. Dra. Simone Diniz – HSM/FSP/USP

  • DATA: 29/03/2016
    TEMA: “Marido atrapalha mais do que filho”. Desigualdades no cuidado.
    Moderadoras:
    Profa. Dra. Cristiane S. Cabral e Profa. Dra. Simone Diniz – HSM/FSP/USP.


O evento é aberto a qualquer interessado , sem necessidade de inscrições. Não serão fornecidos certificados.

A FSP/USP não disponibiliza estacionamento aos participantes.

Caminhada na USP:

A organização do evento também convida todas e todos para uma passeata no dia 08 de março, organizada pela Rede Não Cala (Rede de Professoras e Pesquisadoras pelo fim da violência sexual e de gênero), com início previsto para as 11 horasda manhã, concentração e saída no vão da História e Geografia, campus Butantã.

Estão sendo convidados todos os coletivos e grupos de mulheres da USP, as pessoas de todos os gêneros (homens e mulheres, cis e trans) da comunidade USP que se solidarizam com o fim da violência sexual e de gênero na USP.

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Trabalho e formação em saúde: documento síntese do Fórum da APSP

07 mar
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“Diálogos possíveis e necessários para o trabalho e a formação em saúde”

Documento Síntese

Este documento tem a finalidade de apresentar, na forma de apontamentos, questões, temáticas, exposições, os debates que foram gerados no “Fórum Perspectivas sobre Formação e Trabalho em Saúde” no 14º Congresso Paulista de Saúde Pública (São Carlos, 26-30 de setembro de 2015). Esse fórum ocorreu no dia 27 de setembro de 2015, reuniu participantes provenientes de diversos locais do estado, incluindo universidades, serviços de saúde, gestores, profissionais de saúde e estudantes da área. Contou com apresentações e debates sobre formação e educação permanente em saúde – serviços da rede, serviços de saúde escola e outros; políticas de incentivo – Pro/PetSaúde, VerSUS, entre outras; Cursos de Graduação e Pós Graduação lato senso em Saúde Coletiva, Saúde Pública, Atenção Primária e Saúde da Família; Produção Tecnológica no campo da Atenção Primária à Saúde; entre outros. Por fim, houve um momento para a redação dessa síntese, que continuou sendo desenvolvida durante os dias do Congresso, posteriormente sendo retomada pelo Fórum de Formação em Saúde Pública/Saúde Coletiva da APSP e, então, apresentado e reconhecido na Assembleia da APSP ocorrida em 30 de novembro de 2015.

São pontos para se pautar em uma agenda coletiva de discussão e trabalho que a Associação Paulista de Saúde Pública (APSP) poderá desenvolver e articular no conjunto de suas atividades, entre elas o Fórum de Formação em Saúde Pública/Saúde Coletiva, junto com as Instituições de Ensino Superior (IES), com os Gestores do SUS, com os discentes de graduação e pós-graduação, com os Conselhos de Saúde e com a sociedade civil.

Este documento também poderá ser tomado como contribuição para o debate sobre o tema entre instituições e pessoas interessadas.

São esses os pontos e questões:

1. Formação NO e PARA o SUS.

2. Formação em redes de serviços, que atuam no/para o SUS, incluindo: a) os diferentes tipos de arranjos organizacionais, b) as diferentes complexidades e os diversos pontos da rede; a vinculação aos municípios, ao estado, ou à federação; o pertencimento ou não a centros formadores, como universidades.

3. A Atenção Básica como núcleo e estratégia de formação no território e a partir das redes de atenção, com linhas de produção de cuidado e regionalização.

4. Pensar o COAPES – Contratos Organizativos de Ação Pública Ensino-Saúde (Portaria Interministerial N. 1.124, 4 agosto de 2015) como um instrumento com potencialidade para qualificar e pactuar a relação de integração ensino-serviço.

5. Debater a política do Programa Mais Médicos para o Brasil na perspectiva das suas diretrizes para a formação e a necessária ampliação para outras categorias profissionais.

6. Considerar as experiências do PET-Saúde em relação aos incentivos financeiros (bolsas) para todos os profissionais de saúde que lidam com formação, questionando-se a centralidade dessa modalidade só para os preceptores médicos.

7. Discutir os modelos teóricos de explicação do processo saúde-doença-cuidado, particularmente os dos determinantes sociais na incorporação efetiva nas práticas dos serviços de saúde e na formação.

8. Pensar mecanismos facilitadores que envolvam na formação a instituição de ensino (estudantes e docentes) e os municípios para a produção de cuidados e processos formativos.

9. Pensar em mecanismos de articulação efetiva na integração ensino-serviço para as escolas públicas e privadas.

10. Incorporar nessa discussão sobre formação as ocupações de nível médio/técnico em saúde.

11. (Re)Conhecer a produção de tecnologias em serviços e em rede, bem como a articulação entre teoria e prática.

12. Romper com polaridade academia, serviço e gestão.

13. Rever e fortalecer a formação dos gestores.

14. Pautar de forma mais sistemática a questão da Educação Permanente em Saúde – favorecer mecanismos de uso recurso (PAREPS), implementar no serviço e na rede, não recair na capacitação.

15. Discutir o papel do gestor estadual de saúde no apoio técnico aos serviços de saúde e à gestão municipal, bem como para o favorecimento da articulação ensino-serviço.

16. Discutir mecanismos de articulação nas proposições e orientações entre os níveis da gestão do SUS, instituição de ensino e os conselhos profissionais, desenhando políticas e ações de acordo com as diversidades regionais.

17. Promover o debate sobre as possibilidades reais das instituições de ensino contribuam com pesquisas em serviços e para os serviços, que ajudem a formular políticas que forneçam subsídios para o gestor da saúde.

18. Considerar que a rede é escola, mas isso não anula serviços-escola, que podem ser referência.

19. Discutir processos de formação aos trabalhadores do serviço para receberem alunos.

20. Incluir a dimensão da participação social e do controle social nos processos de formação. 21. Propor que os Núcleos Regionais da APSP incorporem nas suas discussões a temática e as questões da formação em saúde, bem como abordem as articulações locais para isso.

Fórum de Formação da APSP discute os Centros de Saúde Escola

27 fev
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CONVITE

O GT Fórum de Formação em Saúde Pública/Saúde Coletiva da APSP convida para uma discussão sobre o tema “Centros de Saúde Escola (CSE): formação e assistência em Atenção Primária à Saúde” a ser realizado no dia 03/03/2016 (5ª f), às 18h, no Centro de Saúde Escola Barra Funda Dr. Alexandre Vranjac, Av. Dr. Abraão Ribeiro, 283, Barra Funda, SP/SP (ao lado do Fórum Criminal Barra Funda).

Discussão necessária e pertinente sobre a importância desses serviços para assistência, ensino, pesquisa e extensão no campo da Saúde Coletiva e Atenção Primária à Saúde, no momento no qual os CSE passam por rearticulações com os Gestores do SUS e “crises” nas suas respectivas Instituições, como é o caso atual do Centro de Saúde Escola Barra Funda, ameaçado de fechamento pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

Até lá!

São Paulo, fevereiro de 2016.

GT Fórum de Formação em Saúde Pública/Saúde Coletiva da APSP

Corte no orçamento: nota pela derrubada do veto presidencial da LDO

22 fev
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Veja nota assinada por diversas entidades, entre elas a APSP, que apresenta motivos para a derrubada do veto presidencial ao dispositivo da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que trará perdas ao SUS de cerca de dez bilhões de reais em 2016.

A nota, na íntegra, está aqui.

 

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Encontro Núcleo Regional da APSP de São José do Rio Preto

16 fev
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Nota da APSP de pesar e indignação pelo assassinato de Marcus “Matraga” Vinícius de Oliveira

09 fev
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A notícia do assassinato do Professor Marcus “Matraga” Vinícius nos chegou como um choque de difícil registro. Professor aposentado da Universidade Federal da Bahia, fundador da Rede Internúcleos da Luta Antimanicomial – RENILA, incansável e destemido defensor do SUS e dos Direitos Humanos; ele foi covardemente sequestrado e morto com um tiro na cabeça, enquanto mediava conflitos por terras quilombolas, no interior da Bahia.

Marcus Vinícius sempre teve uma sensibilidade ímpar para perceber e combater a injustiça. Viveu e morreu tragicamente, lutando ao lado dos injustiçados. O tiro que o alvejou veio carregado pela ganância e iniquidade que ainda marcam nossa sociedade. O tiro que o alvejou trazia em seu rastro uma história de desigualdade social, de concentração de terra e renda, de racismo, impunidade e violência estruturais, que ainda marcam o Brasil, como os grandes donos de terra marcam seu gado e suas cercas.

“Somos poucos e estamos morrendo”, escreveu Ludmilla Correia na rede social Facebook – militante de Direitos Humanos e da Luta Antimanicomial. Lutadores como Marcus Vinícius, representantes históricos da luta pelos Direitos Humanos, morrem, mas não se vão. Permanecem como o rastro das estrelas já mortas que ainda nos norteiam à noite, continuamente inspirando as novas e velhas gerações, como faziam em vida.

A morte de Marcus Vinícius nos entristece, mas também nos fortalece na convicção de que é preciso lutar por maior justiça social e igualdade. Representantes da APSP têm mantido contato com membros da Secretaria de Justiça do Estado da Bahia, atra´ves da Superintendência de Apoio e Defesa aos Direitos Humanos, buscando que o Ministério Público cumpra seu dever constitucional e acompanhe de perto o ocorrido. Um ofício será enviado em breve. Este crime não ficará impune. Exigimos que o Estado brasileiro, por todos os meios ao seu alcance, faça justiça, identificando e punindo executores e mandantes! Marcus Matraga, PRESENTE!

 Marcus Matraga

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